VEDDAS Participa do Coletivo Ativismo no evento FICA – Itajubá, MG Reviewed by Momizat on . Intervenção Galeria Não-Lugar. A Bandeja Humana é uma intervenção artística que convida o público a olhar consumo de produtos animais sob outro ponto de vista. Intervenção Galeria Não-Lugar. A Bandeja Humana é uma intervenção artística que convida o público a olhar consumo de produtos animais sob outro ponto de vista. Rating:
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VEDDAS Participa do Coletivo Ativismo no evento FICA – Itajubá, MG

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Intervenção Galeria Não-Lugar.
A Bandeja Humana é uma intervenção artística que convida o público a olhar consumo de produtos animais sob outro ponto de vista. Saiba mais: www.veddas.org.br

Festival Itajubense de Cultura e Arte
Apresentação do conceito curatorial FICA 2013
UM PRISMA À UTOPIA
“A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta
dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por
mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia?
Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar”
(Eduardo Galeano)

A relação entre o espaço real e o imaginário encontra-se mesmo na essência da arte. Na sua presença concreta opera a dissolução da própria ‘coisidade’, acenando para uma dimensão irreal, imaginária, em uma espécie de realidade harmoniosa, edênica e compensatória frente à realidade vigente, onde estaria depositada a essência da criação artística. Trata-se da Utopia (o “lugar nenhum”), o espaço onde a crua realidade é desarticulada pela presença de uma razão poética. Pois é exatamente neste “lugar nenhum”, nesta dimensão utópica, que a 3ª edição do FICA (Festival Itajubense de Cultura e Arte) pretende lançar seu olhar. Contudo, não um olhar convencional, fixo, ou de antemão já definido. Mas um olhar, como diria Antonin Artaud, de “ebulição moral, em um caos consciente, no qual não param de nos mergulhar”; um olhar irradiado em intesidade outra; o olhar daquele a quem tudo vê através de espectros inimagináveis de um prisma, o qual é capaz de fazer com que o extraordinário, o inabitual, o maravilhoso possa esgarçar as fronteiras da realidade.
Um “lugar nenhum” (u-topias), mas também um “lugar de harmonia” (eu-topia). Como nos escritos de Thomas Morus e de Francis Bacon que criticavam a sociedade de seu tempo pela criação de um espaço ideal, são nas zonas
impermanentes, nos palcos temporários e no caráter experimental das expressões artísticas, que se encontrarão
refletidas as “luzes prismadas” de um lugar que, para Michel Foucault, caracterizam verdadeiras “heterotopias”: lugares que estão fora de todos os lugares, embora sejam efetivamente localizáveis.
É neste sentido que a proposta curatorial “Um Prisma à Utopia” vem se apresentar nesta 3ª edição do FICA. Isto é,
indicar um lugar de realização do desejo, um lugar ideal de transformação das relações entre o indivíduo e a sociedade, onde o gesto ético e o gesto estético encontrem-se plenamente integrados, o que fará de Itajubá, um grande palco utópico com as mais diversas manifestações artísticas locais e nacionais.

Um Prisma à Utopia!

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